Ibaneis libera verba para construção de três hospitais de campanha

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Unidades serão erguidas no Gama, em Santa Maria e no Plano Piloto, afirmou o governador

O governador Ibaneis Rocha disse nesta segunda-feira (08/03/21) que liberou R$ 36 milhões para que sejam construídos três hospitais de campanha no Distrito Federal. Segundo Ibaneis, as unidades serão erguidas no Gama, em Santa Maria e no Plano Piloto.

“Vamos reforçar atendimento na saída sul, no Gama e Santa Maria, porque continuamos a receber muitos pacientes do Entorno”, disse o governador, no Twitter. “O terceiro [hospital] será no Nilson Nelson”, completou.

Com os hospitais, Ibaneis projeta mais 300 leitos para tratamento da covid-19. As novas unidades vão se somar ao hospital de campanha de Ceilândia, inaugurado em janeiro após meses de atraso. A unidade do Mané Garrincha, instalada e desmontada no ano passado, não deve ser reativada.

O DF precisa de mais unidades, de fato. As últimas atualizações da Secretaria de Saúde mostram que a rede pública tem, hoje, apenas três leitos para pessoas adultas — dois deles são do hospital de campanha da PMDF e um no Hran.

Na rede privada, a situação também é preocupante, mas há mais leitos. Dos 19 hospitais que constam nos registros da Secretaria de Saúde, quatro possuem leitos para adultos. São eles:

Hospital Águas Claras – um leito

Hospital Anna Nery – três leitos

Hospital Maria Auxiliadora – seis leitos

Hospital Santa Lúcia – um leito

O levantamento da rede privada, porém, foi atualizado às 19h44 de domingo (07/03/21).

Lockdown e alta de casos

Para tentar reduzir o contágio pela covid-19 na capital, o GDF decretou, no último dia 1º, um lockdown. Todos os setores não essenciais, exceto academias e a rede privada de ensino, estão proibidos de funcionar até a próxima semana.

O boletim mais recente sobre a covid-19 mostra que o DF chegou a 306.251 casos e 4.962 mortes. Somente no domingo (07/03/21), foram registrados 874 novos pacientes infectados.

As regiões administrativas com mais casos confirmados são Ceilândia, Plano Piloto e Taguatinga. Já em relação às mortes, as cidades que mais perderam moradores são Ceilândia, Taguatinga e Samambaia.

Por Willian Matos do Jornal de Brasília com informações de Sueli Moitinho do Painel da Cidadania

Foto Reprodução

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