Carro da Vacina leva imunização a pontos de grande circulação em Ceilândia

Ação itinerante esteve na Feira da Guariroba e no Sol Nascente, com vacinas do calendário adulto e infantil

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O Carro da Vacina esteve em Ceilândia neste sábado (2), levando a imunização contra diversas doenças e infecções graves a pontos de grande circulação. A ação itinerante da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) passou pela Feira Permanente da Guariroba e pelo Fort Atacadista do Sol Nascente, ofertando à população doses do calendário vacinal adulto e infantil.

Zildene Bitencourt, chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (Nvepi) da Região Oeste, ressaltou que a estratégia tem se mostrado eficaz para ampliar a cobertura vacinal na capital. “O Carro da Vacina é a estratégia que utilizamos para levar a imunização para mais perto do cidadão. Estamos sempre mapeando nosso território, identificando locais com maior dificuldade de acesso e onde há maior concentração de pessoas”.

O coordenador do Carro da Vacina, Alessandro Gutemberg, reforçou que o serviço, que opera aos finais de semana em locais de grande movimento, alcança quem não consegue ir a uma UBS durante a semana. “A ação vem facilitar a vida da população, porque há pontos onde a cobertura não chega tão próximo ao paciente. O que fazemos é levar a vacina até onde o povo está”.

Saúde mais perto de casa

Quem aproveitou para se proteger foi o aposentado Elson Joaquim da Silva, 69 anos. Ele contou que não conseguiu se vacinar durante a semana, mas pôde se imunizar contra a influenza e a covid-19 no sábado. “Eu vi na televisão ontem, dizendo: ‘Ó, vai ter na Feira da Guariroba, vacina da covid, tal, tal e tal’. Eu moro aqui perto, na 10, daí ficou mais perto de casa. Facilitou muito, porque num dia de sábado a gente sempre tá à toa, então eu vim pra cá”.

Outra que elogiou a iniciativa foi a também aposentada Luiza Dias da Silva, 75 anos. “A vacinação ter vindo pra cá facilitou muito. Eu costumo me vacinar num posto lá embaixo”, disse. “Quando minha filha pode me levar, vou com ela, mas quando não pode, vou a pé. Aí é muito longe, e eu tenho problema de coluna, né? Mas assim, pertinho, foi uma boa”.

*Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

 Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF

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