A governadora Celina Leão (PP) afirmou que pretende ampliar a rede de atendimento às mães atípicas no Distrito Federal com a instalação de uma Casa da Mãe Atípica em cada cidade. A proposta foi apresentada durante um encontro com mulheres e lideranças comunitárias de Ceilândia, realizado no Lions Club, nesta segunda-feira (12/10).
Durante a agenda, Celina citou a unidade inaugurada no Parque da Cidade e disse que pretende levar o modelo a outras regiões administrativas. A governadora também mencionou um convênio firmado com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) para atender crianças que aguardavam na fila por assistência especializada.
“Agora nós vamos ampliar ainda mais, cuidando das mães atípicas”, afirmou. Segundo Celina, o governo também pretende investir na capacitação profissional de mães solo, com o objetivo de ampliar as oportunidades de autonomia financeira para essas mulheres.
A governadora aproveitou o encontro para anunciar outras propostas voltadas à população de Ceilândia. Entre elas, está a construção de um hospital geriátrico na região e a criação de espaços de convivência e atendimento diurno para idosos, iniciativa que ela chamou de “creche-dia”.
Celina afirmou que o objetivo é ampliar as políticas públicas destinadas à população idosa, com acesso à saúde, ao lazer e a espaços de acolhimento. A proposta, segundo ela, integra o plano de governo para o Distrito Federal.
Violência contra mulheres
Durante o discurso, a governadora também defendeu o fortalecimento das políticas de combate à violência contra as mulheres. Ao destacar a importância da participação feminina na política, Celina afirmou que mulheres devem apoiar umas às outras para ampliar a presença em espaços de decisão e avançar na criação de políticas públicas.
“Quando uma mulher pega na mão de outra mulher, ela abre portas”, declarou. Celina também afirmou que pretende manter os programas de assistência e proteção às vítimas de violência doméstica. Segundo ela, o poder público deve garantir condições para que as mulheres vivam com segurança e tenham acesso à rede de apoio.
Fonte Correio Braziliense
Foto: Guilherme Gomes











