Homem é mantido em cárcere em prostíbulo no DF

Segundo a polícia das três mulheres presas uma era a responsável pelo prostíbulo, a segunda mulher fornecia as drogas

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) divulgou nesta quinta-feira (02/03), a prisão de três mulheres envolvidas em manter um homem em cárcere privado em um prostíbulo por conta de uma dívida de drogas.

A investigação começou quando uma senhora procurou a 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II) e informou que seu filho estaria sendo mantido em cárcere privado em um estabelecimento localizado na Asa Norte, até que ele pagasse uma dívida por drogas no valor de R$300 reais.

Segundo a polícia durante a conversa com seu filho, a vítima percebeu que o mesmo estaria sendo agredido, ameaçado e pressionado a pagar a suposta dívida. A vítima chegou a tentar contato com uma das pessoas envolvidas no crime e soube que na realidade, o local do cárcere se tratava de um prostíbulo. Uma das envolvidas informou a mãe do homem que o detido teria que pagar a dívida ou do contrário seria assassinado a facadas.

O homem supostamente sequestrado, insistia para que a mãe realizasse o pagamento sem envolver a polícia. A mãe da vítima fez diversos contatos com as suspeitas, sendo por diversas vezes intimidada e pressionada.

As equipes policiais, dirigiram-se ao suposto cativeiro e lá realizaram a prisão das três mulheres envolvidas no crime. Foi constatado que uma das mulheres era a responsável pela casa de prostituição, uma segunda mulher por portar drogas e uma transexual seria a autora da extorsão.

A pessoa mantida em cárcere privado revelou que contraiu a dívida na casa de prostituição ao se relacionar com uma mulher transgênero e por não possuir o valor da dívida passara a sofrer ameaças e fora obrigado a pressionar sua mãe para que a dívida fosse paga.

Segundo as investigações duas das mulheres presas possuem vasta ficha criminal, inclusive por envolvimento com drogas, roubos dentre outros crimes. O trio responderá por extorsão, por manter casa de prostituição e por envolvimento com drogas.

Por Tereza Neuberger do Jornal de Brasília

Foto: Reprodução Jornal de Brasília

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